O versículo anterior poderia ter posto pulgas atrás da orelha de mais de um crítico literário. Isso, caso críticos literários tivessem cabeça e não, como é consabido, fossem constituídos exclusivamente de língua, tronco e membros.
Sem falar, claro, que seria preciso que as pulgas conseguissem viver no vácuo. E, por fim, que, fugindo inteiramente de suas obrigações [...]