MEU ENCONTRO COM JESUS (Versículo 8)
Admito: também eu quis tocar nas chagas de Cristo. Em minha defesa, no entanto, alego, primeiro, que o fiz numa época em que nem vendo e apalpando dá mais para acreditar - eis aí o Ronaldo Fenômeno e meu salário que não me deixam mentir. E depois, a admissão da culpa é o primeiro passo para a remissão. Portanto, se no Juízo Final houver promotores, terei direito, no mínimo, aos benefícios da delação premiada. Minha sogra, portanto, que se cuide.
Antes, porém, de levantar a túnica e esticar o dedo para dentro do sagrado orifício do Senhor, rezei uma ave-maria, prometendo passar um mês inteiro vendo filmes iranianos se aquele ali não fosse Jesus. Afinal de contas, pensava, que diabos tinha Ele vindo fazer na Terra, promovendo espetáculo tão démodé, em pleno terceiro milênio, quando os pós-estruturalistas e o cabelo do Roberto Justus já haviam provado que tudo era possível?
Por que não tinha ido ao Texas, pelo menos, onde as pessoas ainda acreditam em idéias inconcebíveis, como Céu, Inferno, fumo de mascar e republicanos? Será possível que o sujeito não pode mais ter o conforto e o consolo da incredulidade? Quem precisa de Deus, quando pode contar com revólveres ou 20mg de fluoxetina? E se, de repente, o Papai Noel resolve aparecer também? Hein? Ou o saci? Que é que eu vou dizer ao saci?
Além de ser obrigado a viver e perpetuar a espécie - ganhando em troca não mais que alguns espasmos e uma fugaz sensação de prazer, que nem de longe compensam a inquietude existencial, para não falarmos dos apresentadores do Jornal Hoje e do Chimbinha -, e como se não bastasse o aumento da expectativa de vida nas últimas décadas, a gente ainda terá toda uma eternidade pela frente?
E tem mais: esse negócio de milagre, todo o mundo sabe onde vai dar: dura alguns anos, impulsiona a economia, mas só beneficia a classe média e, no final, acaba aumentando a concentração de renda. Não, não, devagar que o iconoclasta é de barro. Vamos parar com isso de absolutismo moral e hierarquia de conceitos e voltar a nossa velha e boa relativização e anomia.
Falava essas coisas de mim para comigo e apesar de não nos bicarmos, concordava com meu interlocutor. Até que, por fim, criei coragem, me debrucei sobre o Messias e me preparei para proceder ao exame. Temporão, pois, como se sabe, o Senhor só tem 33 anos e não precisaria ainda passar pelo toque.
Tão-logo encostei em seu corpo, no entanto, ele abriu os olhos e soergueu o busto, irônico:
— Pensava que sua fé no agnosticismo fosse inabalável.
— E eu pensava que não era capaz de ressuscitar os mortos com um toque — repliquei. — Se soubesse disso antes, minha vida sexual teria sido muito mais satisfatória…
— Ih, ih, eu te assustei. Pensou que eu tinha morrido?
— Desde o primeiro livro de Nietzsche.
— Esse é que é o problema de vocês, céticos. Ninguém hoje sabe mais o que significa a imortalidade.
— Claro que sim: um monte de escritores velhos e medíocres reunidos.
— É preciso recuperar a confiança na Santíssima Trindade.
— Não respondo por ninguém, mas pelo que tenho visto até agora, posso dizer que confio no máximo em dois terços dela.
— E aquela mulher, onde tá? A louca. Do vaso.
— Ah, não sei. Nós não nos conhecemos direito. Somos apenas casados.
Estávamos nesse construtivo diálogo, que, caso houvesse se passado no Oriente, teria dado origem a pelo menos duas religiões, cinco seitas e uma prática asceta, senão quando, de dentro de um foco de luz e soltando algumas penas, de repente, uma criatura etérea se materializou, acima de nós, em plena sala. Um anjo. Um anjo de verdade. E não, não era a Nastassja Kinski.
(CONTINUA NA SEGUNDA OU NA TERÇA)

agosto 22nd, 2008 às 11:27
Eu cliquei pra ver mulheres nuas. Mas como você me conhece, deve saber que foi proposital pela antecipação da piada e não um interesse per se…
Ou não?
Jesus, apaga a luz!
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:32
Sei não, Edu. Jesus é capaz de fazer milagres inconcebíveis…
agosto 22nd, 2008 às 11:34
Só com uma epícrise após o uso trépido do trépano num epícomo assim.
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:34
Guga, que surpresa! Eu não sabia que você era espírita e incorporava o Djavan às vezes!
agosto 22nd, 2008 às 15:13
Sempre após uma epícrisi
deve-se ter muito cuidado
na utilização do trépano
com mãos trépidas;
pois aquele é um instrumento
destinado a curar o cérebro
e não a furar qualquer osso
como bem lembrou
o arquiteto-filósofo Gugala.
Jesus não é
quadrado,
retângulo,
trapézio
ou triângulo:
Jesus é
círculo
e ponto!
Talvez nas asas, do anjinho que apareceu, apareçam o sangue dos últimos heróis desta sofrida América Latina: Gustavo Gutiérrez; Leonardo e Clodovis Boff; Monsenhor Romero; Frei Betto; Chico Mendes; O padre Domingo Lain; o padre Gaspar Garcia Laviana; o jesuíta brasileiro Bosco Penido Burnier; O jesuíta savaldorenho, Rutilio Grande; Mariátegui; Fernando Cardenal; Michael Lowy; e todos os irmãos e irmãs assassinados violentado sob os latidos do cardeal Ratzinger, nestes últimos cinqüenta anos!
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:40
Enquanto isso, uma série de pagodeiros vivos, Ramiro. Por isso que o sujeito acaba descrente.
agosto 22nd, 2008 às 19:28
TRANSFIGURAÇÃO
by Ramiro Conceição
Nunca,
nem no esplendor,
um rei vestiu-se
qual qualquer homem
transfigurado de Amor!
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:50
Culpa de Andersen, que deixou o rei nu, Ramiro.
agosto 22nd, 2008 às 20:13
Hummm, um anjo na parada. Adensa-se o mistério. Sinto cheiro de tragédia no ar. Se for Gabriel, alguém vai morrer. Com sorte, será o escriba.
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:41
Morrer será o de menos, companheiro Jens. Ruim mesmo vai ser se ele anunciar que eu estou grávido do Espírito Santo.
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:42
Se bem que, por outro lado, enfim econtrarei uma explicação plausível para minha ridícula barriga…
agosto 22nd, 2008 às 21:44
“esse negócio de milagre, todo o mundo sabe onde vai dar: dura alguns anos, impulsiona a economia, mas só beneficia a classe média e, no final, acaba aumentando a concentração de renda.”
PÔ, Marconi, vc nao acredita em são Delfim: “é preciso primeiro que o bolo cresça para depois dividir…”
aí sim, vc se mostrou um incréu!!!!
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:44
Serba, prefiro crer em são Roberto Campos, que olha do Céu, contente com os rumos de nossa economia. Quem gosta mesmo de São Delfim é Lula.
agosto 23rd, 2008 às 17:53
Marconi, eis alguns dos Mártires cristãos - abandonados pelo bando renegado do Vaticano - envolvidos em movimentos de libertação em vários países da America Latina
30 anos
21.1.1974: Mártires camponeses do massacre de Alto Valle, Bolívia.
20.2.1974: Domingo Laín, sacerdote mártir das lutas de libertação, Colômbia.
11.5.1974: Carlos Mugica, sacer-dote, mártir do povo das «favelas» na Argentina. Antes de morrer disse a uma enfermeira: “ago-ra, mais do que nunca, irei estar junto ao povo”. http://www.carlosmugica.com.ar
25.10.1974: Antonio Llidó Men-gua, sacerdote diocesano espanhol, preso e desaparecido pela dita-dura de Pinochet, Santiago do Chile. http://www.memoriaviva.com/Desaparecidos/D-L/antonio_llido_mengual.htm
10.8.1974: Tito de Alencar, frade dominicano, torturado até o suicídio, Brasil.
26.9.1974: Lázaro Condo y Cris-tóbal Pajuña, camponeses mártires do povo equatoriano, líderes cristãos de suas comunidades que lutavam por reforma agraria, assassi-nados em Riobamba, Equador.
30.9.1974: Carlos Prats, general chileno, e sua esposa, testemunhos da democracia no Chile. Refugiados na Argen-tina, foram assassinados por uma bomba colocada no veículo que usavam. Começava a operação Côndor, idealizada por Pinochet, coordenação entre os militares chilenos, argenti-nos, uruguaios, brasileiros, bolivia-nos e paraguaios.
1.11.1974: Florinda Soriano, «Dona Tingó», camponesa analfabe-ta, dirigente da Federação das Ligas Agrarias Cristãs, mártir do povo da República Dominicana.
23.11.1974: Amilcar Oviedo D., líder operário, Paraguai.
25 anos
2.1.1979: Francisco Jentel, defensor dos índios e camponeses, vítima da Segurança Nacional no Brasil.
20.1.1979: Octavio Ortiz, sacer-dote, animador de comunidades cristãs e grupos juvenis, e 4 estudantes e catequistas: assassinados pela polícia e o exército durante um encontro religioso, El Salvador
4.2.1979(Ü): Benjamín Didincué, líder indígena mártir pela defesa da terra na Colômbia.
4.2.1979(Ü): Massacre de Cromo-tex, Lima (Peru). 6 trabalhadores foram mortos e dezenas ficaram feridos.
6.4.1979: Hugo Echegaray, 39 anos, teólogo da libertação, sacer-dote peruano, totalmente dedicado aos pobres.
2.5.1979: Luis Alfonso Veláz-quez, um menino de 10 anos, mártir da ditadura somozista, Nicarágua.
31.5.1979: Teodoro Martínez, camponês mártir na Nicarágua.
9.6.1979: Juan Morán, sacer-dote mexicano, mártir em defesa dos indígenas mazahuas.
20.6.1979: Rafael Palacios, sa-cerdote, mártir das comunidades de base salvadorenhas.
1.8.1979: Massacre de Chota, Peru.
4.8.1979: Alirio Napoleón Mací-as, sacerdote mártir em El Salvador, metralhado sobre o altar, enquanto celebrava a eucaristia.
1.9.1979: Jesús Jiménez, camponês, ministro da palavra, mártir da Boa Nova aos pobres em El Salvador, assassinado.
20.9.1979: Apolinar Serrano, «Polín», José López «Chepe», Félix García Grande e Patricia Puertas, «Ticha», camponeses e dirigentes sindicais mártires em El Salvador.
27.9.1979: Guido León dos Santos, heroi da classe operária, morto pela repressão policial em Minas Gerais, Brasil.
30.10.1979: Santo Dias da Silva, líder sindical, 37 anos, metalúrgico, militante da pastoral operária, mártir dos trabalhadores brasileiros.
1.11.1979: Massacre de Todos os Santos, em La Paz, Bolívia.
18.12.1979: Massacre dos camponeses de Ondores, Peru.
18.12.1979: Massacre de camponeses em El Porvenir, Opico, El Salvador.
27.12.1979: Ângelo Pereira Xa-vier, cacique da nação Pankararé, no Brasil, morto na luta de seu povo pela terra. 20 anos
7.5.1984: Idalia López, catequis-ta de 18 anos, testemunho de fé e serviço a seu povo, El Salvador. Assassinada por membros da “defesa civil”.
21.6.1984: Sergio Ortiz, semina-rista, mártir da perseguição à Igreja na Guatemala.
14.8.1984: Mártires camponeses de Pucayacu, departamento de Aya-cucho, Peru.
15.8.1984: Luis Rosales, líder sindical, e companheiros, mártires da luta pela justiça entre os trabalhadores do plantio de banana na Costa Rica.
4.9.1984: Andrés Jarlán, sacer-dote missionário francês, morto com um tiro disparado por policiais enquanto lia a Bíblia no povoado de La Victoria, Santiago de Chile.
10.9.1984: Policarpo Chem, ministro da Palavra da Deus, catequista e fundador da cooperativa de San Cristóbal, Verapaz, Guatemala, sequestrado e torturado pelas forças do governo.
10.11.1984: Alvaro Ulcué Chocué, sacerdote indígena páez, assassinado em Santander, Colômbia.
26.11.1984: Mártires camponeses de Chapi e Lucmahuaycco, Peru.
16.12.1984: Eloy Ferreira da Silva, líder sindical, em São Francis-co, MG, Brasil
15 anos
13.2.1989: Alejandra Bravo, médica mexicana, quatro enfermeiras e cinco enfermos salvadorenhos, assassi-nados num hospital de campanha em Chalatenango, El Salvador.
28.2.1989: Teresita Ramírez, religiosa da Companhia de Maria, assassinada em Cristales, Colômbia.
28.2.1989: Miguel Angel Benítez, sacerdote, Colômbia.
18.3.1989: Neftalí Liceta, sacer-dote, e Amparo Escobedo, religiosa, e companheiros, testemunhos do Deus da Vida entre os pobres do Peru.
23.3.1989: María Gómez, ministra e catequista, mártir do serviço ao seu povo Simití, na Colômbia.
5.5.1989: María Cristina Gómez, militante da Igreja Batista, mártir da luta das mulheres salvadorenhas.
15.4.1989: Madeleine Lagadec, enfermeira francesa em El Salvador, torturada e assassinada juntamente com os salva-dorenhos María Cristina Hernández, enfermeira, Celia Díaz, educadora, o exilado de guerra Carlos Gómez e o médico argentino Gustavo Isla Casares.
21.4.1989: Juan Sisay, militante da vida, mártir da fé e da arte popular em Santiago de Atitlán, Guatemala.
8.5.1989: Nicolás van Kleef, sacerdote vicentino, panamenho de origem holandesa, assassinado por um militar na comunidade de Santa María, Chiriquí, Panamá.
1.6.1989: Sergio Restrepo, jesuíta, mártir da promoção huma-na e da libertação dos camponeses de Tierralta, Colômbia.
6.6.1989: Pedro Hernández e companheiros, líderes indígenas, mártires pela reivindicação da própria terra no México.
15.6.1989: Teodoro Santos Mejía, sacerdote, Peru.
13.7.1989: Natividad Quispe, anciã indígena de 90 anos, Peru.
9.8.1989: Daniel Espitia Madera, camponês lutador do povo colombiano, assassinado.
12.9.1989: Valdicio Barbosa dos Santos, sindicalista rural de Pedro Canário (ES), Brasil.
23.9.1989: Henry Bello Ovalle, militante, mártir da solidariedade com a juventude de seu bairro, em Bogotá, Colômbia.
2.10.1989: Jesús Emilio Jarami-llo, bispo de Arauca, Colômbia, mártir da paz e do serviço.
8.10.1989: Morre Penny Lernoux, Jornalista dos Estados Unidos, defensora dos pobres da América Latina.
25.10.1989: Jorge Párraga, pas-tor evangélico, e companheiros, mártir da causa dos pobres, Peru.
29.10.1989: Massacre dos Pescadores de El Amparo, Venezuela.
31.10.1989: Mártires da Federação Nacional do Sindicatos dos Trabalhadores Salvadorenhos, FENASTRAS, na cidade de São Salvador, El Salvador.
16.11.1989: Ignacio Ellacuría e companheiros: Segundo Montes, Igna-cio Martín Baró, Amando López, Juan Moreno e Joaquín López, jesuítas, profetas da libertação de seu povo; e duas empregadas domésticas, Julia Elba e Celina, torturados e mortos por um pelotão especializado do batalhão Atlacatl, em El Salvador.
23.12.1989: Gabriel Félix R. Maire, sacerdote francês, assassinado em Vitória, Brasil por desenvolver uma pastoral em favor dos pobres.
10 anos
2.1.1994: Daniel Arrollano, militante da vida, evocador constante da memória dos mártires de seu povo argentino.
10.3.1928: Elías del Socorro Nieves, agustiniano, e os irmãos Jesús e Dolores Sierra, leigos, assassinados na Revolução dos Cristeros proclamando a fé.
2.5.1994: Sebastián Larrosa, estudante camponês, mártir da solidariedade e da justiça entre os pobres do Paraguai.
30.5.1994: María Cervellona Correa, franciscana missionária de María, paraguaia, defensora dos indígenas mby’a e profeta da denúncia em sua terra.
28.8.1994: Foi assassinado em Porto Príncipe Jean-Marie Vincent, montfortiano, opositor da dita-dura de Duvalier, ativista do desenvolvimento comunitário de cooperativas e dos direitos humanos, perseguido com atentados pelos «tonton-macoutes».
19.12.1994: Alfonso Stessel, 65, sacerdote de origem belga, foi assassi-nado numa colônia marginal de Guatemala por uma «mara» em conexão com órgãos de segurança do Estado
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:47
O Vaticano não tem tempo para cuidar desses assuntos menores, quando há coisas mais importantes para fazer, Ramiro, como desaconselhar o uso de camisinha e comprar sapatinhos vermelhos para o papa.
agosto 24th, 2008 às 16:05
Hahaha. Meu encontro com Jesus não passou de um sufoco entre amarrar os cadarços de meus dois tênis e agüentar uma intoxicação no estômago: eu estava verde de fazer biquinho e Jesus apareceu dizendo “ô, seu moço, cala a boca, fique meia-hora no banheiro, levante-se, aperte a descarga duas, sim, duas e não uma, mas duas vezes, vista-se e recomponha-se”. E no final, percebi que Jesus havia me ensinado uma oração bem prática. Hahaha.
Muito legal Marconi.
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:48
Acho que quem você viu foi o diabo, Guilherme. Jesus teria mandado, depois de tudo isso, você lavar as mãos.
agosto 24th, 2008 às 18:32
Olá!
Muito interessanre seu blog!
Voltarei!
Até
http;//cara-nova.zip.net
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:36
Volte, Raquel. Jesus também me disse que voltará.
agosto 26th, 2008 às 11:28
Marconi, não tenho nada com isso mas o Marconi Leal anda falando muito mal de você no blog dele…
agosto 26th, 2008 às 22:32
O que comentar a respeito de tão interessante trabalho literário?
Aguardamos com aflição novo versículo, deixe de preguiça e termine logo!
Seu trabalho é fantástico.
Marconi Leal Reply:
agosto 26th, 2008 at 23:58
Mauro, há controvérsias quanto à aplicação da palavra “trabalho” ao que faço. Minha mulher, mais cartesiana, prefere usar o termo técnico “vagabundagem” mesmo.
setembro 1st, 2008 às 11:46
Caro amigo Marconi,
Não deu para segurar a gargalhada com o último parágrafo! Rá! Rá! Rá!… Estou rindo até agora. Carpe Diem.